sábado, 31 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
domingo, 13 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
Caravela Vera Cruz

Tive a felicidade de hoje poder ter navegado a bordo da Caravela Vera Cruz para acompanhar a Real Regata de Canoas 2011.
Deixo aqui TODAS as fotos que fiz para partilha com quem tiver curiosidade de vê-las. Foi um dia diferente, passado com gente simpatiquíssima. Bem hajam por me terem proporcionado este inesquecível dia.
https://picasaweb.google.com/113379449771148363945/RealRegataVeraCruz
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
The last...

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.
Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.
Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.
Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.
A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.
De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.
Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.
Pablo Neruda
domingo, 14 de agosto de 2011
Simbolicamente

Mitos e crendices
O girassol é uma flor simbólica que significa fama, sucesso, sorte e felicidade.
Na Hungria, acredita-se que a semente do girassol cura infertilidade, e sementes colocadas na beira da janela, em uma casa onde exista uma mulher grávida, o filho será homem.
Na Espanha, para se ter sorte são necessários onze girassóis.
A flor pode ser considerada a planta-símbolo do Novo Milênio.
O girassol é um símbolo da páscoa, apesar de poucas pessoas saberem. Girassol é um dos símbolos pascais menos conhecidos em algumas regiões. É, porém, muito rico em conteúdo: assim como para sobreviver a planta precisa ter sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente, segundo os cristãos, os seres humanos devem estar voltados para o Sol-Cristo garantindo a luz e a felicidade.
(fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Girassol)
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Boas férias???
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
domingo, 17 de julho de 2011
Festa do Avante!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
O Natal já conseguiu!!!
Obrigado a tod@s os que clicaram. A campanha continua para outros 4 patas, aqui
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Um click por dia
http://lisboa.coisas.com/para_venda/animais/caes/para-adopcao-natal/2939013/


Esta é uma iniciativa http://www.coisas.com/
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sábado, 25 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Tomar Partido
Tomar partido é irmos à raiz
do campo aceso da fraternidade
pois a razão dos pobres não se diz
mas conquista-se a golpes de vontade.
Cantaremos a força de um país
que pode ser a pátria da verdade
e a palavra mais alta que se diz
é a linda palavra liberdade.
Tomar partido é sermos como somos
é tirarmos de tudo quanto fomos
um exemplo um pássaro uma flor.
Tomar partido é ter inteligência
é sabermos em alma e consciência
que o Partido que temos é melhor.
E CADA VEZ SOMOS MAIS
Pela espora da opressão
pela carne maltratada
mantendo no coração
a esperança conquistada.
Por tanta sede de pão
que a água ficou vidrada
nos nossos olhos que estão
virados à madrugada.
Por sermos nós o Partido
Comunista e Português
por isso é que faz sentido
sermos mais de cada vez.
Por estarmos sempre onde está
o povo trabalhador
pela diferença que há
entre o ódio e o amor.
Pela certeza que dá
o ferro que malha a dor
pelo aço da palavra
fúria fogo força flor
por este arado que lavra
um campo muito maior.
Por sermos nós a cantar
e a lutar em português
é que podemos gritar:
Somos mais de cada vez.
Por nós trazermos a boca
colada aos lábios do trigo
e por nunca acharmos pouca
a grande palavra amigo
é que a coragem nos toca
mesmo no auge do perigo
até que a voz fique rouca
e destrua o inimigo.
Por sermos nós a diferença
que torna os homens iguais
é que não há quem nos vença
cada vez seremos mais.
Por sermos nós a entrega
a mão que aperta outra mão
a ternura que nos chega
para parir um irmão.
Por sermos nós quem renega
o horror da solidão
por sermos nós quem se apega
ao suor do nosso chão
por sermos nós quem não cega
e vê mais clara a razão
é que somos o Partido
Comunista e Português
aonde só faz sentido
sermos mais de cada vez.
Quantos somos? Como somos?
novos e velhos: iguais.
Sendo o que nós sempre fomos
cada vez seremos mais!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Jerónimo de Sousa

Jerónimo Carvalho de Sousa (Pirescoxe, 13 de Abril de 1947) é um operário e político português.
Filho de António de Sousa e de Olímpia Jorge Carvalho, Jerónimo de Sousa é operário metalúrgico. Frequentou o antigo Curso Industrial e começou a trabalhar aos catorze anos, como afinador de máquinas, na MEC - Fábrica de Aparelhagem Industrial. Foi delegado sindical nessa fábrica, chegando à Direcção do Sindicato dos Metalúrgicos de Lisboa, em 1973. Aderiu ao PCP em 1974, na sequência da Revolução dos Cravos, e chegou ao Comité Central em 1979. Foi deputado à Assembleia Constituinte, de 1975 a 1976, e várias vezes eleito para a Assembleia da República, entre 1976 e 1992 e, de novo, em 2002, pelo Círculo de Setúbal. Em 1996 foi candidato a Presidente da República. É secretário-geral do Partido Comunista Português, desde 27 de Novembro de 2004.